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Atualmente o Ministério de Minas e Energia, a Companhia Paranaense de Eletricidade - COPEL, o Instituto Ambiental do Paraná - IAP e EMPREITEIRAS trabalham nos bastidores para fazer valer megaconstruções de barragens no rio Tibagi, que passam ao largo dos interesses sociais e ambientais .
Uma única grande barragem no Tibagi poderá aniquilar sua megabiodiversidade e causar graves problemas para as comunidades locais.
Documentos fraudados, relatórios omissos e interesses políticos acumulam uma rede de evidentes contradições, mas o setor elétrico, mesmo exposto, tenta avançar.
A Frente para a Proteção do Rio Tibagi - FPRT foi formada por várias instituições públicas, de pesquisa e não governamentais para evitar este plano biocida.
Siga abaixo a história contendo documentos e imagens sobre a tentativa de destruição do rio Tibagi - o maior afluente do Paranapanema
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