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A sucessão desses ecossistemas ocorre de forma
gradual, criando ambientes de transição ecológica. Em muitas situações os rios
da bacia determinam a mescla de espécies de fauna e flora de dois ou mais
ecossistemas, permitindo a ampliação da distribuição de espécies
características da Floresta Estacional e Cerrado até latitudes superiores.
Em termos biológicos os estudos mais abrangentes
sobre a bacia do Tibagi foram realizados pela Universidade Estadual de Londrina
e encontram-se disponíveis no livro a “Bacia do Rio Tibagi”, publicado em 2003.
A obra disponibiliza dados sobre a vegetação, fauna e flora aquáticas e
terrestres.
A estes importantes estudos realizados pela UEL
somam-se os levantamentos recentes da Liga Ambiental os quais não deixam dúvida
sobre a impressionante representatividade dos ecossistemas aquáticos e os
ambientes terrestres situados nas margens do rio Tibagi. A nova área de
megabiodiversidade, noticiada em jornais e televisão,
compreende um conjunto de espécies de vertebrados e vegetais equiparável ao
encontrado na Floresta Atlântica
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